Quanto custa emitir CT-e em 2026: emissor gratuito, preço por documento e mensalidade
O emissor gratuito de CT-e acabou. Compare os modelos de cobrança dos emissores (por documento × mensalidade fixa), os custos escondidos e o que precisa além do sistema.
Quem pesquisa "emissor de CT-e" descobre rápido que o emissor gratuito da SEFAZ foi descontinuado. Hoje, emitir CT-e exige um sistema — e os preços variam de menos de R$ 100 a mais de R$ 500 por mês, muitas vezes pela mesma função. A diferença está no modelo de cobrança.
Os custos fixos de qualquer emissor
- Certificado digital A1 (e-CNPJ): R$ 150–250 por ano, em qualquer certificadora. Veja qual comprar.
- Sistema emissor: a mensalidade ou o pacote de documentos.
- Contador para a apuração do ICMS (o CT-e é documento fiscal de ICMS).
A SEFAZ não cobra nada por autorização; a ANTT não cobra pelo CIOT em si. O que você paga é o software e, em alguns modelos, taxa por operação.
Modelos de cobrança dos emissores
- Por documento: um valor por CT-e/MDF-e emitido (ou pacotes de 50/100/200). Parece barato no começo e fica caro conforme você cresce — e o mês que estoura o pacote vem surpresa na fatura.
- Mensalidade fixa: valor único com emissão ilimitada ou com limite alto. Previsível: o frete a mais não custa sistema a mais.
- Módulos separados: preço de entrada baixo, mas CIOT, averbação de seguro e API cobrados à parte. Some tudo antes de comparar.
As pegadinhas do "a partir de"
- CIOT à parte — muitos emissores cobram por CIOT, e o frete com autônomo exige CIOT. Confira se está incluso.
- Averbação de seguro à parte — a averbação automática às vezes é módulo pago.
- Limite de usuários ou de veículos — o plano de entrada pode valer para um caminhão só.
- Fidelidade e taxa de implantação — pergunte antes de assinar.
Quanto custa no SuperCTe
O SuperCTe trabalha com mensalidade fixa, sem cobrança por documento: CT-e, MDF-e, CIOT e averbação automática de seguro inclusos no mesmo plano, com o piso mínimo da ANTT conferido antes de transmitir. Os valores vigentes (mensal e anual) estão sempre na página de planos, e dá para testar 7 dias grátis, sem cartão — você emite em homologação e vê o fluxo inteiro antes de pagar.
Como comparar de verdade
- Estime quantos CT-e você emite por mês e multiplique no modelo por documento.
- Some os módulos que você vai usar de fato: MDF-e, CIOT, averbação.
- Confira o custo do mês cheio, não o da promoção de entrada.
- Teste o fluxo: um emissor barato que faz você digitar a nota inteira custa caro em tempo e em rejeição.
Veja também: calculadora de piso mínimo ANTT e quando o CIOT é obrigatório.